segunda-feira, 13 de outubro de 2008

insônia lírica

O vento soprava poemas nos meus ouvidos, e quando entrei de volta no prédio, já sabia alguns novos segredos. Abriguei-me, trêmula, entre as quatro paredes do quarto, embaixo das cobertas, à espera de digeri-los silenciosamente. Mas continuava a ouvir os silvos por entre os galhos de árvores, ainda mais versos, ainda mais estrofes, todas sem rima, todas me dizendo algo que eu não sabia. Aquela noite, não dormi.

7 comentários:

Daniel Guerra disse...

{ultrasom}

Daniel Guerra disse...

por isso é bom ter mensageiro dos ventos. pra prevenir.

Bernardo Guimarães disse...

Por que vc demora tanto para escrever? faça isso com a gente não...

Daniel J.Casas, Joinville/SC disse...

Notas mínimas inspirações máximas...
é muito bom abstrair nas suas notas e me deixar levar pelas imagens que elas criam em minha mente...
Bons ventos sulinos
Daniel Casas

Anônimo disse...

Notas mínimas inspirações máximas...
é muito bom abstrair nas suas notas e me deixar levar pelas imagens que elas criam em minha mente...
Bons ventos sulinos
Daniel Casas

anjobaldio disse...

Muito belo teu texto.
E obrigado pelo comentário lá no anjo baldio. Concordo com você. Grande abraço.

Luli Facciolla disse...

Sopra pra cá, pra mim!
Já não durmo à noite mesmo...