terça-feira, 23 de setembro de 2008

wave

Sentada sozinha na mesa daquele bar. Cigarro entre os dedos, apontado para cima, o cotovelo apoiado sobre a mesa, o outro braço cruzado, a mão sobre o antebraço do lado oposto. Olhava para a frente, sorrindo; sentia-se linda e contente. Nada poderia abalar sua alegria, nem mesmo Astrud Gilberto cantando "Wave" seguida da tradução de João em voz ainda mais doce. Ah, não; a canção era muito mais uma grande incentivadora de algo interior bastante dançante e criativo.

9 comentários:

Bernardo Guimarães disse...

Vc conseguiu me colocar sentado no mesmo bar, a contemplar a pessoa que fuma e ouve Wave...

anjobaldio disse...

É uma canção maravilhosa.

On disse...

tom e joao sempre incentivam, vc só precisa se dispor e senti-los... sao como forças da natureza...

maria guimarães sampaio disse...

continuo sempre passeando por aqui. Gostando.

Corso disse...

bah...afuder a ambientação...
romântico pracas, qualquer bar...
wave, wave...

Andreia Santana disse...

...e as pequenas alegrias interiores, tão secretas, que nos colocam um sorriso de fazer "covinhas". E sem querer, surpreendido por alguém, que olha e pensa: "que grande segredo esconde o canto dessa boca".

Daniel Guerra disse...

taí. gostei. um blog observatório da vida microcósmica.

"...e observava a bola oito na mesa verde em vez de jogar logo(...)"


Daniel.

Daniel Guerra disse...

taí. gostei muito. um blog-observatório de vida microcósmica. continuarei vindo.

"...e observava a bola oito na mesa verde em vez de jogar duma vez (...)"


Daniel.

J.F. de Souza disse...

Como não conheci este blog antes?!?